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SIS: 40 Anos de Segredos

SIS: 40 Anos de Segredos

By: Celso Paiva Sol
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“SIS: 40 anos de segredos” conta a história do Serviço de Informações de Segurança. Assinala a abertura de portas em fevereiro de 1986, mas começa a ser contada a partir de abril de1974 – momento em que a extinção da DGS abriu caminho à criação do primeiro serviço de informações civil e democrático.

Pela voz de quem o desenhou, instalou e dirigiu, é explicada de forma inédita como funcionam e foram evoluindo as vertentes da formação e da fiscalização.

Uma investigação jornalística de Celso Paiva Sol, contada em seis episódios, com tratamento sonoro dos estúdios Billyboom Sound design e capa de Tiago Pereira Santos.

2026 Expresso
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  • 2001-2005: Os atentados que mudaram o mundo e o atentado que ia mudando Portugal
    Apr 14 2026

    O 11 de setembro é, até hoje, o mais importante caso de estudo sobre o papel das informações na prevenção das ameaças. Serviu de exemplo e de referência para tudo o que viria a ser feito a partir daí. Com as torres gémeas caíram preconceitos, desconfianças e até reservas sobre a existência de serviços secretos, e, em sentido inverso, disparou o interesse e o investimento na sua atividade.

    Portugal não foi exceção: aumentou orçamentos, recursos humanos, e, sobretudo, ultrapassou o impasse em que se encontravam os planos de reforma do próprio sistema.

    Mas este 4º episódio tem mais para contar. Recorda o ambiente de tensão e risco que o terrorismo de inspiração islâmica instalou na Europa, e detalha o atentado que o SIS garante ter evitado em solo nacional. O alvo era a cerimónia de abertura do Euro 2004 realizada na cidade do Porto.

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    35 mins
  • 1991-2000: Fim de ciclo. Oito anos depois, outras visões para o SIS
    Apr 7 2026

    No terceiro episódio de SIS: 40 Anos de Segredos, revisita‑se um período crítico na consolidação do Serviço de Informações de Segurança, marcado por polémicas, fragilidades estruturais e sucessivas tentativas de afirmação institucional.

    A queda de Ramiro Ladeiro Monteiro após o 'caso Madeira' funciona como ponto de viragem, abrindo caminho à entrada de Daniel Sanches e, mais tarde, de Rui Pereira. Ambos descrevem um serviço ainda incipiente, com poucos meios, forte desconfiança pública, escassa atenção política e até resistência de outras forças de segurança, mas também com uma base humana qualificada que permitiu iniciar mudanças profundas.

    O episódio dedica uma atenção central à fiscalização do sistema de informações, tanto na vertente técnica, assegurada pela Procuradoria‑Geral da República, como na vertente política, a cargo da Assembleia da República. Celso Paiva Sol recupera também as reformas introduzidas por Rui Pereira, que apostou na abertura do SIS à sociedade, na criação de identidade institucional, no reforço da cooperação internacional e numa tentativa de normalização da imagem pública de um serviço que lutava para deixar de ser visto como irrelevante ou suspeito.

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    41 mins
  • 1985-1990: A abertura de portas e a influência do primeiro diretor 
    Mar 31 2026

    O impacto internacional do assassínio de Issam Sartawi, em 1983, convenceu Mário Soares da urgência de criar um sistema de informações em Portugal. Mas foi o homicídio do diretor‑geral dos serviços prisionais pelas FP‑25, em 1986, que levou Cavaco Silva a acelerar o arranque do SIS, entregue a Ramiro Ladeiro Monteiro.

    Num edifício ainda em obras no centro de Lisboa, com apoio de serviços americanos, israelitas e europeus, nasceu a primeira geração de espiões portugueses. Testemunhos de figuras como Rodrigues Cardoso recordam a improvisação desses primeiros tempos e o ambiente intenso dos cursos de formação, que moldaram agentes vindos de áreas diversas.

    Os primeiros oito anos do SIS foram marcados por resistência social e política, ainda marcada pelo estigma da PIDE, visível nas manifestações frequentes à porta do Serviço. Apesar disso, diretores, formadores e agentes lembram um período de forte dedicação, em que se construíram as bases físicas, legais e operacionais da nova estrutura de informações do país.

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    38 mins
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